Rejeição do público derruba “Amor & Sexo” em todo o país


Foto: TV Globo | Divulgação

Apresentado pela modelo e atriz Fernanda Lima, o programa “Amor & Sexo” estreou ontem a sua 11º temporada e foi surpreendido pela pior audiência da história em todo o Brasil.

Se em 2017 a média dos televisores ligados foi de 16,7 pontos no Ibope, a deste ano ficou em 10,4, indica o Painel Nacional de Televisão (PNT). Cada ponto corresponde a 200 mil telespectadores.

Sites especializados em televisão apontam que foi uma das audiências mais baixas da casa este ano.

Além dos quadros apresentando conteúdo sexual, como o nome indica, Fernanda Lima e seus convidados várias vezes deram um tom político. O bordão “ele não”, lema de uma campanha nacional contra Jair Bolsonaro, foi ouvido repetidas vezes.

A audiência em algumas capitais teve queda de 60%, como em Florianópolis, onde o programa que tinha média de 20 pontos no ano passado e despencou para 8 agora.

A emissora não sabe os motivos da queda, mas segundo o UOL pode ser um reflexo da “onda conservadora” que toma o país.

Whatsapp comunica ao TSE que Bolsonaro não pagou por envios de mensagens


Foto: Divulgação

A pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os escritórios brasileiros das redes sociais Twitter e o Facebook informaram nesta segunda-feira (12) que a campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro não pagou para disseminar conteúdo na internet.

A comunicação oficial foi enviada após pedido do ministro Luís Roberto Barroso, relator da prestação de contas de Bolsonaro, que questionou sobre o pagamento pelo impulsionamento de conteúdo. Google e Instagram também precisam prestar informações.

O Twitter Brasil disse que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) “não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”.

Por sua vez, o Facebook atestou que a página e as contas oficiais do candidato do PSL mencionadas pelo TSE “não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018”.

Em ambos os casos, para que seja feita a identificação se terceiros pagaram por impulsionamento, a Justiça Eleitoral precisa da indicação das URLs correspondentes, “nos moldes da legislação vigente”.

O WhatsApp também divulgou nota, informando ao TSE que não foi contratado pela campanha de Bolsonaro para fornecer “serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores”.

Denúncias sem provas

Uma das grandes polêmicas das eleições de 2018 foi uma denúncia do jornal “Folha de São Paulo” sobre o suposto uso de Caixa 2 para disparar milhões de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores através do mensageiro WhatsApp, que pertence ao Facebook.

Até o momento a Folha não apresentou provas. Mesmo assim, o PT entrou com um pedido no TSE para declarar Bolsonaro inelegível por oito anos, acusando-o de “abuso de poder econômico”. O corregedor nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, abriu uma ação de investigação judicial. A partir daí as principais plataformas de distribuição de conteúdo digital precisaram se manifestar formalmente sobre o tema.

Moro: “Estou indo pra consolidar os avanços da Operação Lava-Jato em Brasília”


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O juiz Sérgio Moro concedeu uma longa entrevista ao Fantástico, da TV Globo, que foi exibida na noite deste domingo (11). Apesar de a jornalista Poliana Abritta ter procurado criar “saia justa” com alguns posicionamentos, o futuro ministro da Justiça no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro abordou com naturalidade acusações comuns contra ela.

Ao falar sobre a decisão de se desligar da magistratura após tantos anos, explicou que foi uma decisão pensada e que está ciente das consequências. Ele negou estar fazendo ativismo político, como vem sendo aventado pelo PT e partidos aliados.

Moro contou que não tinha amizade com Bolsonaro e que foi sondado pelo cargo pelo economista Paulo Guedes no dia 23 de outubro, cinco dias antes do segundo turno. Mesmo admitindo ter ficado “tentado” com o possibilidade de ser ministro da Justiça só tomou uma decisão depois do segundo turno, no dia 1º de novembro, quando teve um encontro oficial com o presidente eleito no Rio de Janeiro.

O magistrado admite que “Há uma grande expectativa” sobre sua atuação, mas que espera corresponder. Ente os vários temas abordados na entrevista, declarou-se favorável à questões como a flexibilização para a posse de arma de fogo e diminuição da maioridade penal, pautas caras ao próximo presidente.

Sérgio Moro também rebateu as acusações que teria interferido nas eleições com suas decisões em relação aos processos de Lula sob sua responsabilidade. “Existe essa fantasia de que o ex-presidente Lula, que foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, teria sido excluído arbitrariamente das eleições por conta do processo criminal. Mas o fato que ele tá condenado e preso porque ele cometeu um crime”, reiterou.

Combate à corrupção e ao crime organizado

Ciente de que haverá muita pressão, o juiz acredita que poderá desempenhar a função de ministro com tranquilidade. “Não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia”, enfatizou.

“O grande motivador dessa aceitação do convite foi a oportunidade de ir a Brasília numa posição de poder elevada de ministro da Justiça e poder implementar com essa posição uma agenda anticorrupção e uma agenda anticrime organizado que não se encontram ao alcance de um juiz de Curitiba, mas podem estar no alcance de um ministro em Brasília”, destacou.

Ponderando sobre o que lhe aguarda nos próximos anos, foi enfático: “Estou indo para consolidar os avanço da Lava Jato em Brasília. Em parte, nas eleições, havia um sentimento muito forte contra o sistema político, que apesar de todos os casos de corrupção, nada fez. O presidente eleito foi identificado como alguém que modificaria esse status quo”.

Ele disse que não é político e que sua função no governo será técnica. Descartou qualquer possibilidade de vir a concorrer à presidências daqui a quatro anos. Já sobre a perspectiva de ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal, que deverá abrir uma vaga antes do fim do mandato e Jair Bolsonaro, não nega que seu nome poderá “ser cogitado”.

ASSISTA

Vinicius Costa fala das reais possibilidades de ser o próximo prefeito de Manoel Vitorino


Foto: Levy Barros

A expressiva votação dada a Zé Cocá em Manoel Vitorino, deixou o jovem vereador Vinicius Costa entusiasmado, diante de proposta de apoiadores, Vinícius não descarta a possibilidade de disputar o cargo do executivo municipal. Vinicius Costa Bispo de Sena (PTC), foi eleito vereador no pleito de 2016 com 492 votos, aos 23 anos de idade, Vinícius é o parlamentar mais novo do município e literalmente o novo nome proposto para pleitear o cargo do poder executivo, apoiado pelo então deputado eleito Zé Cocá, ele integra a enorme lista dos novos nomes que pretendem se candidatar a prefeito em 2020.

Por telefone, Vinícius nos concedeu entrevista e esclareceu que, nunca discutiu esse assunto com ninguém, que o nome dele para uma suposta candidatura surgiu entre aqueles que o apoiam e que desejam vê-lo disputando o cargo do executivo.

Assista a entrevista completa…

Vereador Jairo quer Academia da Saúde para distrito de Catingal


Foto: Divulgação

O vereador Jairo Espírito Santo, propôs na sessão da última quinta-feira (08), através de requerimento enviado ao chefe do executivo, o pedido para aquisição e instalação de uma Academia da Saúde no distrito de Catingal

O programa Academia da Saúde foi lançado em 2011, trata-se de uma estratégia de promoção e produção do cuidado com a saúde, a partir da implantação de espaços públicos. Conhecidos como polos do Programa Academia da Saúde, eles contam com infraestrutura apropriada, equipamentos e profissionais qualificados.

Jairo disse que os moradores do distrito de Catingal têm como principal atividade física, a caminhada, e que a Academia da Saúde vai facilitar o acesso aos cidadãos de Catingal e região, à equipamentos e profissionais qualificados, além de, informações com relação a saúde.

Contas da Prefeitura de Manoel Vitorino são aprovadas com ressalvas


Foto: Portal Catingal

O Tribunal de Contas dos Municípios aprovou com ressalvas, na sessão de 31 de outubro, as contas do município de Manoel Vitorino, de responsabilidade do prefeito Heleno Vilar, relativas ao exercício de 2017. O conselheiro Raimundo Moreira, relator do parecer, multou o gestor em R$ 5 mil por irregularidades identificadas durante a análise técnica dos relatórios. O prefeito também foi multado em R$23.040,00, que corresponde a 12% dos seus subsídios anuais, por não ter reduzido a despesa com pessoal para o índice imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

A relatoria ainda determinou o ressarcimento aos cofres municipais do montante de R$ 64.145,38, com recursos pessoais, sendo R$ 28.108,15 devido a não comprovação de despesas; e R$ 36.037,23, decorrente da diferença existente entre o balanço financeiro do exercício anterior e do atual, sem a apresentação de qualquer justificativa plausível.

O município de Manoel Vitorino apresentou uma receita arrecadada na ordem de R$ 34.298.921,32 e as despesas realizadas alcançaram a importância de R$ 32.143.935,29, o que resultou em superávit orçamentário na ordem de R$ 2.154.986,03. Contudo, os recursos deixados em caixa não foram suficientes para quitar as despesas inscritas como restos a pagar e de exercícios anteriores, restando caracterizada a ocorrência de desequilíbrio fiscal. O prefeito deve efetivar as devidas correções, tendo em vista que poderá macular o méritos das contas em seu último ano de mandato, caso a situação se repita.

Em relação às obrigações constitucionais e legais, todos os percentuais de investimento foram atendidos pelo gestor. Na manutenção e desenvolvimento do ensino foram aplicados 27,14% da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, quando o mínimo exigido é 25%; nas ações e serviços públicos de saúde foram investidos 20,19% dos recursos específicos, sendo o percentual mínimo 15%; e aplicou 86,83% dos recursos do FUNDEB no pagamento da remuneração dos profissionais do magistério.

Já a despesa total com pessoal alcançou o montante de R$19.117.147,80, que corresponde a 55,73% da receita corrente líquida do município, extrapolando, portanto, o percentual de 54% previsto na LRF. Apesar de ter extrapolado o limite de gastos com pessoal, a relatoria entende que, tratando-se do primeiro ano de mandato do gestor, não é razoável a aplicação da penalidade máxima de rejeição das contas, cabendo, entretanto, advertir o prefeito de que a não recondução da despesa com pessoal aos limites legais poderá comprometer o mérito de contas futuras.

O relatório técnico ainda registrou a ocorrências de falhas formais e materiais em procedimentos licitatórios, encaminhamento de documentação mensal à Inspetoria Regional de forma incompleta, processos de pagamentos desacompanhados das folhas de pagamentos com a relação dos funcionários remunerados e suas respectivas contas bancárias e a admissões de servidores sem prévio concurso público.

Cabe recurso da decisão.

Manoel Vitorino: Prefeito Heleno Vilar se afasta do cargo e vice assume a cadeira


Foto: Divulgação

O prefeito Heleno Vilar pediu afastamento do cargo por 30 dias, período em que o vice-prefeito Silvany Barros assume a cadeira em seu lugar. Heleno vai tirar uns dias de férias a partir do dia 13 e deve retomar o cargo de prefeito do município ainda este ano. Essa semana o vice-prefeito Silvany Barros, que a partir do dia 13, assume como prefeito interino, já reuniu com o secretariado para articular o comando do município nesse período de ausência do prefeito Heleno Vilar. Silvany é empresário no ramo de farmácias, é filho de Catingal e agora tem a oportunidade de vivenciar a experiência de assumir o executivo municipal, com isso pode também adquirir experiência como gestor municipal para futuramente quem sabe, pleitear uma vaga de prefeito em Manoel Vitorino.

Manoel Vitorino: Vicente Charles anuncia seu nome como pré-candidato a prefeito em 2020


Foto: Facebook de Charles

Vicente Charles anunciou na manhã deste sábado ao nosso site que é pré-candidato a prefeito de Manoel Vitorino para o pleito de 2020, Charles, como é conhecido por todos, é empresário no ramo da agricultura e um dos maiores produtores de melancia no município de Manoel Vitorino. Charles também foi secretário de agricultura do governo Lenilton Lopes e goza de vasto conhecimento dos problemas que cercam o município. Quando perguntamos a Charles, como ele vai fazer para enfrentar o nomes políticos estão em evidência, Charles foi categórico em suas colocações; “A eleição de Bolsonaro a presidência desmontou toda e qualquer teoria de que precisamos de grupos políticos, de caciques e partidos com fortes aliados para vencer uma eleição, isso também começa a se aplicar nos municípios, a partir do cenário que estamos vendo acontecer, o eleitorado começa a ganhar autonomia em suas decisões e é neste contexto que eu estarei, na hora certa e no lugar certo”, pontuou Vicente Charles.

Charles disse ainda que, o povo anseia por um nome novo e que tudo que um candidato precisa é de uma nova ideia, de um novo modelo de fazer política e que isso ele tem e que, aos poucos pretende disseminar em sua pré-campanha para que todos tome conhecimento e possam amadurecer essa ideia.

Levy Barros