Confira a lista de deputados federais eleitos pela Bahia


Foto: Divulgação

A Bahia elegeu neste domingo (7) os deputados federais que irão assumir um novo mandato na Câmara Federal a partir de janeiro de 2019. O Pastor Sargento Isidório (Avante) foi o postulante mais votado de toda a Bahia, com praticamente o dobro de votos do segundo colocado, o ex-presidente da Desenbahia, Otto Alencar Filho (PSD). O time do governador Rui Costa (PT) também saiu vitorioso. A bancada favorável ao governo estadual deve crescer já que o petista tem 9 candidatos entre os mais votados. Confira a lista eleitos para a Câmara Federal pela Bahia:

Pastor Sargento Isidório (Avante)
Otto Alencar Filho (PSD)
Bacelar (Podemos)
Prof. Dayane Pimentel (PSL)
Jorge Solla (PT)
Afonso Florence (PT)
Zé Neto (PT)
Antônio Brito (PSD)
Alice Portugal (PCdoB)
Caetano (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Valmir Assunção (PT)
Ronaldo Carleto (PP)
Josias Gomes (PT)
Marcelo Nilo (PSB)
Daniel Almeida (PCdoB)
Cacá Leão (PP)
Sérgio Brito (PSD)
Lídice da Mata (PSB)
Claudio Cajado (PP)
Elmar (DEM)
Adolfo Viana (PSDB)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Pelegrino (PT)
José Nunes (PSD)
Marcio Marinho (PRB)
Felix Mendonça (PDT)
Arthur Maia (DEM)
João Bacelar (PR)
João Roma (PRB)
Paulo Azi (DEM)
José Rocha (PR)
Leur Lomanto Jr (DEM)
Uldurico Júnior (PPL)
Alex Santana (PDT)
Igor Kannário (PHS)
Pastor Abílio Santana (PHS)
Tito (Avante)
Raimundo Costa (PRP)

Fonte: Bahia Notícias.

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad decidirão eleição para presidente no segundo turno


Foto: G1

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) decidirão no segundo turno quem será o presidente do Brasil pelos próximos quatro anos, segundo os dados de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgados na noite deste domingo (7). Eles disputam a Presidência pela primeira vez.

Com quase todas as urnas apuradas, Bolsonaro tinha quase 50 milhões de votos, e Haddad superava os 30 milhões. O terceiro colocado, Ciro Gomes (PDT), somava pouco mais de 13 milhões.

Esta é a oitava eleição presidencial por meio do voto direto desde a redemocratização, no fim da década de 1980. O vencedor governará o Brasil de 1º de janeiro 2019 a 31 de dezembro de 2022.

O resultado do primeiro turno quebrou a polarização entre PT e PSDB na eleição presidencial. Nas últimas seis eleições, os dois primeiros colocados foram dos dois partidos, com duas vitórias do PSDB (1994 e 1998) e quatro do PT (2002, 2006, 2010 e 2014).

Após a confirmação do resultado, Bolsonaro afirmou que o Brasil não pode “dar mais um passo à esquerda” porque, segundo ele, está “à beira do caos. Ele falou em “unir o nosso povo, unir os cacos que nos fez o governo da esquerda no passado”.

Haddad também se referiu à necessidade de união. “Queremos unir as pessoas que têm atenção aos mais pobres desse país tão desigual”, declarou. O presidenciável do PT disse que, para isso, contará com “uma única arma: o argumento”. Confira completa aqui.

 

PT perde deputados, mas ainda tem maior bancada da Câmara; PSL de Bolsonaro ganha 52 representantes


Foto: Divulgação

A Câmara dos Deputados será composta por 513 deputados federais de 30 partidos diferentes. PT e PSL elegeram o maior número de representantes. A bancada do PT terá 56 deputados e a do PSL, 52. São os dois partidos com mais deputados federais eleitos. Em seguida com mais cadeiras na Casa aparecem PP (37), MDB (34) e PSD (34).

Na comparação do resultado de 2018 com o de 2014, o MDB foi o que sofreu o maior revés. O número de deputados da sigla reduziu quase pela metade: pulou de 66 para 34 deputados. Considerando os números de 2014, apenas o PRTB deixou de eleger um deputado federal.

A partir de 2019, a composição da Câmara contará com representantes de 30 partidos, um recorde desde a redemocratização. Atualmente, 25 partidos estão representados na Casa. Nas eleições de 2014, eram 28 partidos. Em 2010, 22 siglas. Em 2006, 21. Em 2002, 19. Em 1998, 18.

Esta é a primeira eleição com a cláusula de barreira, e os partidos que não cumprirem os requisitos devem ficar sem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Portanto, mesmo que o partido tenha eleito um deputado, a sigla pode não sofrer essas restrições.

O PSL foi a legenda que mais ganhou cadeiras na comparação do resultado de 2014 com o de 2018. Quatro anos atrás, o PSL tinha eleito apenas um deputado federal. Nestas eleições, a sigla que abriga o candidato a presidente Jair Bolsonaro conquistou uma bancada com 52 deputados.

Depois do PSL, os partidos PDT, PRB e DEM foram os que mais aumentaram o número de cadeiras na comparação com 2014. PDT e PRB ficaram com mais 9 deputados cada um. No total, PRB tem uma bancada com 30 representantes. O PDT, com 28. DEM conquistou mais 8 cadeiras e, portanto, passa para 29 deputados.

PMB, Rede Sustentabilidade e Novo não participaram das eleições de 2014. Desses partidos, o PMB foi o único a não eleger nem sequer um deputado. Rede conquistou uma deputada eleita por Roraima. O Novo conseguiu eleger 8 deputados, eleitos por São Paulo (3), Minas Gerais (2), Rio de Janeiro (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Os seguintes partidos, que hoje não têm representantes na Câmara, continuarão sem nenhum nome a partir de 2019: PRTB, PCO, PCB, PSTU e PTC. Atualmente, outros 74 partidos estão em processo de formação no Brasil – ou seja, em busca de apoiamento de eleitores para, depois, entrar com o pedido de registro no TSE. Leia mais aqui.

Agricultora paranaense vira youtuber contando o dia a dia do campo


Regiane Bilinovski, de Campo Largo, grava vídeos sobre a rotina da família na roça e já conquistou acessos até fora do país — Foto: Reprodução/RPC

Vídeos dão dicas de todas as fases da plantação e receitas com os produtos da roça. Regiane Bilinovski ensina a fazer uma receita de torta de mandioca.

Uma agricultora de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, decidiu compartilhar suas experiências do campo pela internet. Regiane Bilinovski grava vídeos sobre a rotina da família na roça e já conquistou acessos até fora do país.

Nos vídeos que publica, a youtuber conta como funciona a plantação, dá dicas e ainda ensina receitas com os produtos colhidos. Assista aqui.

 

Polícia passará a ter acesso a roteiros de carros-fortes


FOTO: Divulgação SSP

O fornecimento do roteiro dos carros-fortes para munir a polícia baiana de informações que auxiliem na adoção de medidas preventivas foi uma das decisões acertadas na manhã desta quarta-feira (3), durante reunião entre a cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e representantes de empresas de transporte de valores que atuam no estado. Presidida pelo subsecretário da SSP, Ary Pereira de Oliveira, o encontro também contou com autoridades das polícias Militar e Civil.

Reivindicação antiga das forças de segurança, a disponibilização das rotas, do perfil e quantidade de valores transportados, entre outras informações, são consideradas fatores importantes para ajudar no estabelecimento de ações preventivas e repressivas no combate a quadrilhas especializadas em roubo de valores.

“Já temos boa parte das quadrilhas que atuam neste ramo identificada, inclusive as envolvidas nas últimas ocorrências. As polícias Militar e Civil têm executado um belo trabalho no combate aos ataques contra agências bancárias, alcançando a redução de 29% nos registros em relação ao ano passado e nos casos envolvendo transporte de valores não vai ser diferente”, garantiu Oliveira.

O uso da tecnologia também foi destacado como forma de prevenção. As imagens das bases de onde partem os carros de transporte de valores passarão a ser compartilhadas com a SSP.

Em entrevista ao JR, Bolsonaro diz que é o nome para “unir o Brasil”


Em entrevista exclusiva concedida nesta quinta-feira (4) ao jornalista Eduardo Ribeiro, do Jornal da Record, o candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, recordou o atentado que sofreu no início de setembro, criticou o PT e afirmou ser o nome para “unir o povo brasileiro”.

“Vocês podem ter certeza que não serei mais um capitão, mas sim um soldado do Brasil a serviço desse povo que merece e tem tudo para ser feliz”, afirmou Bolsonaro, que aparece na liderança da corrida presidencial em todas as pesquisas de intenção de voto.

Atentado

Na primeira entrevista após ter alta médica, Bolsonaro disse só ter tomado conhecimento da gravidade da facada dois dias após o atentado. “Eu não sabia o que estava acontecendo. Eu costumo dizer que Juiz de Fora não foi onde eu levei uma facada. Foi onde eu nasci de novo”, lembra o presidenciável, que agradece aos médicos que o atenderam em Minas Gerais.

Bolsonaro faz apelo por ‘voto útil’ para vencer no 1º turno

“Foram momentos difíceis, não esperava estar nesta situação, ainda mais que eu sou um homem de combate. Eu gosto de estar na rua, conversando com o povo, desembarcando em aeroportos, fazendo palestras. Eu gosto de ação”, lamenta ele, em seguida.

Bolsonaro ainda destaca que os médicos do hospital Albert Einstein, para onde foi transferido após o atentado, garantem que ele teve uma recuperação “fantástica” e que deve retomar as atividades normais já em dezembro.

Críticas ao PT

O candidato do PSL também disse se sentir “gratificado” por ser uma opção “contra tudo o que vem acontecendo no Brasil nos últimos anos”.

“Não podemos deixar que um partido que mergulhou o pais na mais profunda crise ética, moral e econômica volte ao poder com as mesmas personalidades. E você pode ver, tudo é conduzido de dentro da cadeia pelo senhor Lula, que indica aí um fantoche seu chamado Haddad que por incompetência sequer conseguiu passar para o segundo turno na sua eleição em São Paulo”, afirma Bolsonaro.

Bolsonaro: delação de Palocci é uma “bomba atômica” em cima do PT

Em outro momento da entrevista, Bolsonaro garante que, se eleito, vai escolher um time de ministros sem utilizar das indicações políticas. “Qual partido assaltou a Petrobras? Qual partido esteve envolvido com empreiteiras? São partidos que tiveram seus ministérios negociados pelo governo.”

Ainda em tom de crítica aos governos petistas, Bolsonaro afirma querer “resgatar a credibilidade do Brasil” ao redor do mundo. “O Brasil que sempre teve muita credibilidade aí fora pela alegria do seu povo, tudo o que é bom temos aqui e tudo isso foi jogado no lixo ao longo dos últimos 13 anos”, reforça ele.

Sobre a possibilidade de avançar para o segundo turno contra Fernando Haddad (PT), Bolsonaro avalia que “será o fim da nossa pátria” se o adversário chegar ao poder, mas garante que vai respeitar o resultado das eleições.

Fim do 13º salário

Ao comentar as críticas que tem recebido pela declaração de Coronel Mourão, candidato a vice-presidente em sua chapa, sobre o 13º salário, Bolsonaro esclareceu que nunca foi mencionado em acabar com a remuneração extra.

“Aproveitaram uma palavra errada dele para falar que nós queremos acabar como 13º salário”, disse ele, que completa: “O PT usa pequenos detalhes para dizer que eles são somente que estão preocupados com os trabalhadores e não os demais.”

Fakenews

Questionado sobre a divulgação de notícias falsas, Bolsonaro garantiu que alimenta suas redes sociais com verdades e disse combater mentiras espalhadas pelos adversários: “É duro você combater porque eles vão com seus militantes em todos os locais praticamente pregando isso aí.”

Sobre a possibilidades da criação das fakenews por parte dos eleitores, ele lamenta não ter controle das postagens. “Quando um seguidor meu acaba extrapolando a culpa cai em cima de mim. Como se eu fosse um capitão e tivesse uma tropa a meu comando para cumprir exatamente aquilo que eu quero”, avalia.

“Ele não”

Ao comentar a respeito do movimento “Ele não”, que levou milhões de pessoas às ruas contra a candidatura dele, Bolsonaro respondeu que o movimento foi encabeçado por “artistas que há muito vem mamando na lei Rouanet”.

Perguntado sobre o motivo de ele ter crescido nas pesquisas de intenção de voto após as manifestações, o candidato afirma que os eleitores observaram quem o estava atacando. “Será que eu sou tão mal assim? Eu quero o mal de todo mundo? Eu quero o mal de negros, mulheres, nordestinos, de quem recebe o Bolsa Família? Não é verdade”, garante.

Delação Palocci

Ao falar sobre a delação de Antonio Palocci, Bolsonaro parabeniza o ex-ministro dos governos petistas e diz que ele conhecia “todas as entranhas do poder”. “Não tem como ele não fugir da verdade”, afirma.

O presidenciável ainda observa que a colaboração de Palocci confirma que “a corrupção está colada no PT”, mostra que a sigla “traiu os trabalhadores” porque tinha “um projeto de poder”.

Presidenciáveis discutem ideias e propostas no último debate do 1º turno e atacam Bolsonaro


Candidatos à Presidência da República se posicionam no estúdio da TV Globo no Rio de Janeiro antes do início do debate — Foto: Marcos Serra Lima/G1

TV Globo reuniu Alvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). Jair Bolsonaro (PSL) informou que não compareceria por recomendação médica.

Sete presidenciáveis debateram ideias, apresentaram propostas e atacaram o candidato ausente, Jair Bolsonaro (PSL), no último debate do primeiro turno, na TV Globo.

Participaram do debate nos estúdios Globo, no Rio de Janeiro, Alvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). O mediador foi o jornalista William Bonner.

Bolsonaro foi convidado, mas informou que não compareceria por recomendação médica. Ele recebeu alta hospitalar no último sábado (29), depois de 23 dias de internação devido à facada que recebeu em um ato de campanha no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora.

No primeiro bloco, candidatos criticaram a chamada “polarização” entre Bolsonaro e o candidato do PT, Fernando Haddad.

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, Bolsonaro tem 35% das intenções de voto; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; e Marina, 4%.

No segundo bloco, com temas determinados por sorteio, os candidatos discutiram custo Brasil, reforma trabalhista, saúde, infraestrutura, agronegócio, meio ambiente e combate às drogas.

No terceiro e no quarto blocos, as intervenções dos candidatos envolveram críticas à ausência de Bolsonaro e discussão de propostas, entre as quais reforma da Previdência, Bolsa Família, saneamento, educação, impostos e corrupção. Confira mais Aqui…

Pesquisas alertam equipe de Haddad para possível vitória de Bolsonaro no 1° turno


Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

A constatação de que Fernando Haddad (PT) terá dificuldade em derrotar Jair Bolsonaro (PSL) em um eventual segundo turno, fez dirigentes petistas admitirem que, tão logo saia o resultado da votação no domingo (7), o candidato precisa fazer um apelo por união em torno de seu nome, sobretudo aos eleitores do centro.

De acordo com jornal Folha de S.Paulo, a última pesquisa Datafolha alarmou a campanha de Haddad. A avaliação é a de que o índice de 39% que Bolsonaro atinge nos votos válidos pode aumentar no domingo (7). Os petistas temem que haja mais votos brancos ou nulos do que o estimado hoje.

A campanha do ex-prefeito de São Paulo ainda acredita que a disputa não se encerrará agora, mas o medo de uma derrota precoce já é real dentro do grupo.

Autor de facada contra Bolsonaro vira réu com base na Lei de Segurança Nacional


A Justiça de Minas Gerais acolheu a denúncia Adélio Bispo, autor da facada contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), e o transformou em réu. Segundo o G1, ele foi denunciado Ministério Público Federal por atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional.

A decisão foi do juiz da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora, Bruno Savino. Caso condenado, Adélio pode pegar pena de 3 a 10 anos de reclusão. Ele foi o responsável por dar uma facada em Bolsonaro durante um ato de campanha na capital mineira, em 6 de setembro.