Pastor da Igreja Assembleia de Deus de Catingal é mudado pela Convenção


Foto: Levy Barros

O Pastor da Igreja Assembleia de Deus do Campo de Catingal foi mudado pela CEADEB, Convenção das Assembleias de Deus do Estado da Bahia, após denúncia formulada pelo Ministério da Igreja. Na denúncia, os Presbíteros, Cláudio Rones, Levy Barros e Roberto Luz acusaram o pastor presidente da igreja, de tomar decisões arbitrárias, sem a aprovação do ministério, infringindo o Estatuto da Igreja.

Os obreiros citados acima, escreveram uma carta denúncia para a Convenção, que reagiu imediatamente, enviando uma comissão para apurar as denúncias.

Na ocasião a reunião com o ministério da Igreja, pastor e comissão, perdurou por mais de cinco horas, a comissão formulou um relatório que foi entregue a CEADEB.

Por consequência a CEADEB constatou a urgente necessidade de substituição do pastor do Campo de Catingal.

Na Bíblia, o presbítero ele é essencialmente o pastor, isso está conclamado em I Pedro 5:1-4. Que diz: Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:
Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;
Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.
E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.

Para a Igreja presbiteriana, existe os presbíteros docentes, que são os pastores da Igreja e os presbíteros regentes que são os presbíteros membros da Igreja que foram eleitos para compor o conselho dela.

Essa distinção se baseia no texto de I Timóteo 5:17. Quando diz que os presbíteros docentes, ou seja, os que governam devem ser estimados com redobrada honra.

Uma palavra grega usada para se referir ao ofício de presbítero é epíscopos. Sabemos que “o uso no Novo Testamento em referência aos líderes, parece ser menos técnica do que uma tradução como ‘bispo’ sugeriria; daí, superintendente, ou supervisor Atos 20:28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3:2; Tito 1:7.” O presbítero tem a responsabilidade de supervisionar a igreja que o escolheu para ser o seu líder. Louis Berkhof, autor do livro Teologia Sistemática, afirma que “claramente se vê que estes oficiais detinham a superintendência do rebanho que fora entregue aos seus cuidados. Eles tinham que abastecê-lo, governá-lo e protegê-lo, como sendo a própria família de Deus.”

A responsabilidade dos presbíteros de supervisão não se limita aos membros da igreja. Os presbíteros devem supervisionar o seu pastor. O professor de Teologia Rienk Bouke Kuiper observa que “um dos seus mais solenes deveres é vigiar a vida e o trabalho do pastor. Se o pastor não leva uma vida exemplar os presbíteros regentes da igreja devem chamar-lhe a atenção, e corrigi-lo. Se não é tão diligente em sua obra pastoral como deveria sê-lo, devem estimulá-lo para que tenha maior zelo. Se a falta de paixão que deve caracterizar a pregação da Palavra de Deus, os presbíteros regentes devem dar os passos necessários para ajudá-lo a superar tal defeito. E, se a pregação do pastor, em qualquer assunto de maior ou menor importância, não está de acordo com a Escritura, os presbíteros não devem descansar até que o mal tenha sido resolvido.” Entretanto, os presbíteros devem oferecer liberdade e recursos para que o seu pastor desenvolva-se e possa oferecer mais ao rebanho.

De acordo com o Presbítero Levy Barros, a Igreja Assembleia de Deus de Catingal possui um ministério de presbitério preparado para a boa obra do Senhor, que respeitam e sempre cuidaram bem de seus pastores.

“A maioria dos presbíteros de nossa Igreja possuem um curso de Teologia nem que seja um básico, são homens comprometidos com a leitura da Palavra e a Oração, compreendemos que honrar o pastor é honrar a Deus, e cumprimos isso com excelência, porém, todavia, não toleramos, erros e falhas que venha prejudicar o bom andamento da obra de Deus, e com a Bíblia na mão a Palavra no coração e os joelhos no chão, em total submissão a Deus e as autoridades superiores, iremos agir, de acordo com o que Jesus falou através de Paulo em I Coríntios 6:1-6. Foi o que fizemos recentemente em Catingal, e devo lembrar que, foi a primeira vez que isso aconteceu”, pontuou o Prespítero.

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