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Estudantes do Clemente Mariane e Anexo CEPAMC divulgam nota de repúdio sobre falta de ar-condicionado nas salas de aula

A reforma do prédio escolar no final de 2024, segundo o documento, incluiu a compra de aparelhos de ar-condicionado que até agora permanecem fora de uso.

Alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio do Colégio Clemente Mariane e do Anexo CEPAMC em Catingal divulgaram uma nota de repúdio nesta semana, manifestando insatisfação com as condições das salas de aula da unidade escolar. O principal motivo da reivindicação é a falta de instalação dos aparelhos de ar-condicionado, adquiridos ainda no final de 2024, após uma reforma na escola.

De acordo com o documento, desde o início do ano letivo os estudantes têm cobrado a instalação dos equipamentos junto à direção, mas, até o momento, nenhuma providência efetiva foi tomada. Segundo a nota, as respostas recebidas indicam apenas que a empresa responsável pela instalação foi contatada, sem definição de prazo para execução do serviço.

Enquanto aguardam uma solução, os alunos relatam enfrentar temperaturas elevadas e falta de ventilação adequada nas salas, que abrigam, em média, de 30 a 33 estudantes. “Enfrentamos um calor insuportável nas salas, sem ventiladores e sem qualquer recurso para amenizar as altas temperaturas”, diz um trecho do texto.

O grupo também questiona a prioridade na aplicação de recursos, afirmando que, apesar da ausência de climatização, foram instaladas câmeras nas salas de aula. Para os estudantes, trata-se de uma decisão “questionável diante das necessidades básicas de conforto e bem-estar”.

Na nota, os alunos pedem providências imediatas da Prefeitura de Manoel Vitorino e da direção da escola, com o objetivo de garantir um ambiente de aprendizagem “digno, seguro e adequado”. Eles alegam que o calor extremo tem prejudicado a saúde, concentração e rendimento escolar dos estudantes.

“Não podemos mais aceitar que essas condições persistam”, conclui o documento assinado pelos alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio.

Até o momento, a direção da escola e a Prefeitura de Manoel Vitorino não se manifestaram oficialmente sobre o teor da nota de repúdio.

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A reforma do prédio escolar no final de 2024, segundo o documento, incluiu a compra de aparelhos de ar-condicionado que até agora permanecem fora de uso.