População cristã na China será de 300 milhões até 2030, apesar da perseguição


Cruz sendo removida de igreja (Foto: Reprodução/Bitter Winter)

Apesar dos esforços do regime comunista chinês de tentar barrar o crescimento do Cristianismo no país asiático, um pesquisador da organização Portas Abertas prevê que a população de crentes será de 300 milhões até o ano de 2030.

De acordo com o Dr. Ron Boyd-MacMillan, diretor de Pesquisa Estratégica da Portas Abertas, a razão pela qual o Partido Comunista da China (PCCh) persegue os cristãos, é porque temem que a Igreja se torne mais forte em número.

“Achamos que a evidência de por que a Igreja chinesa é tão visada é que os líderes estão com medo do tamanho da Igreja e do crescimento da Igreja”, observou ele ao Express UK.

“E se crescer na taxa que tem crescido desde 1980, e isso é entre 7 [por cento] e 8 por cento ao ano, então você está olhando para um grupo de pessoas que terá 300 milhões de pessoas, quase em 2030”, observou Boyd-MacMillan.

“E, você sabe, a liderança chinesa, eles realmente fazem o planejamento de longo prazo. Quer dizer, o plano econômico deles vai para 2049, então isso os incomoda. Porque acho que se a Igreja continuar a crescer assim, eles terão que compartilhar o poder”, continuou.

No entanto, a Release International, uma organização que monitora a perseguição contra cristãos em todo o mundo, prevê um aumento da perseguição no regime de Xi Jinping e outros países em 2021.

Portugal autoriza a morte assistida para maiores de 18 anos


A nova lei prevê que só podem pedir a morte assistida, com acompanhamento de um médico, pessoas maiores de 18 anos que não tenham doenças mentais e que estejam em situação de sofrimento ou com doença incurável. O texto teve amplo apoio da esquerda.

Na próxima semana o texto segue para apreciação do presidente do país, Marcelo Rebelo Sousa, recém-eleito para seu segundo mandato de 5 anos, que poderá vetar, enviar para o Tribunal Constitucional ou promulgar, aprovando a lei.

Caso a lei seja promulgada por Marcelo Rebelo Sousa, Portugal passa a ser o quarto país na Europa e o sétimo no mundo a despenalizar a eutanásia, permitindo a morte assistida.

Para o pastor Mario Rui Boto, líder da Hillsong Portugal, o projeto representa “um dia triste” para o país. Ele usou as redes sociais para afirmar que “pessoalmente continuo empenhado em promover a vida e o Seu autor”. “O Evangelho e a Igreja de Cristo são a esperança do mundo”, escreveu.

Calçamento de Catingal está sendo realizado a todo vapor


Fotos: Levy Barros

Calçamento da Avenida Brasil está sendo concluído em Catingal, a obra está em andamento a menos de uma semana e já se encontra com mais 80% do serviço concluído, de acordo com o morador Luiz de Dão, que possuem imóvel na rua que está sendo calçada, o serviço é muito bem feito. Trabalhadores trabalharam até o domingo para adiantar a obra.

Prefeito de Manoel Vitorino é eleito presidente do Consórcio da Prefeituras do Sudoeste da Bahia


Foto: Divulgação

O Prefeito de Manoel Vitorino, Silvany Barros, foi eleito presidente do Consórcio Intermunicipal do Sudoeste da Bahia (CISUDOESTE), como vice presidente ficou o Prefeito da cidade de Caetanos, Paulo Reis. A eleição aconteceu nesta segunda-feira, na cidade de Poções, e contou com a participação das nove cidades que compões o conglomerado: Manoel Vitorino, Poções, Boa nova, Planalto, Mirante, Caetanos, Bom Jesus da Serra, Nova Canaã e Barra Choça. O CISUDOESTE substitui a antiga Associação dos Municípios da Região Sudoeste (AMIRES). Silvany Barros disse ao BJM que integrou o CIMURC até o ano passado, mas que agora decidiu aderir a outro consórcio que vai atender as necessidades dos municípios consorciados, já que o CISUDOESTE tem sua sede na cidade de Poções e é dotado de total estrutura, como por exemplo, maquinários e linha de créditos para as prefeituras. Jr. Mascote

Regime comunista da China condena jornalista que denunciou pandemia


Zhang Zhan (Foto: Reprodução/YouTube)

Uma jornalista independente da China que denunciou a pandemia de covid-19 em Wuhan foi condenada nesta segunda-feira (28) a quatro anos de prisão, enquanto o regime comunista da China insiste em tentar construir uma narrativa falsa sobre sua gestão para combater a doença que um ano se propagou por todo o planeta.

Zhang Zhan tem 37 anos e era advogada, quando passou a atuar como jornalista independente, acabando por ser condenada no tribunal de Xangai, que impediu a entrada de jornalistas e diplomatas estrangeiros que compareceram para acompanhar a audiência.

Forças de segurança também agiram para afastar simpatizantes de Zhan dos arredores do tribunal, que poderia condena-la a até cinco anos de prisão. Ativistas por direitos humanos protestam contra a prisão arbitrária de Zhang Zhan.

Um dos advogados da jornalista expressou preocupação com ela, afirmando que ela “parecia muito abatida quando a sentença foi anunciada”. Ren Quanniu também expressou “muita preocupação” com o estado psicológico da cliente.

Zhan é natural de Xangai e viajou em fevereiro para Wuhan, cidade que, na época, era o epicentro da crise, divulgando reportagens nas redes sociais, a maioria delas sobre a situação caótica dos hospitais, o que era negado pelo regime ditatorial de Xi Jinping.

Oficialmente, metrópole de 11 milhões de habitantes registrou quase 4 mil mortes por Covid-19, ou seja, a maior parte dos 4.634 óbitos contabilizados em toda China entre janeiro e maio.