Letícia Spiller se divide entre música e personagem obcecada por beleza em ‘O Sétimo Guardião’


Letícia Spiller com o namorado, Pablo Vares, no projeto Infusion — Foto: Divulgação

Letícia Spiller está pronta para seu próximo trabalho na TV, “O Sétimo Guardião”, nova novela das 21h com estreia em novembro. Mas entre gravações e preparação para a personagem, ela se dedica a seu projeto musical. Seus, aliás.

Letícia integra o Coletivo El Camino, com outros seis membros, incluindo Pablo Vares, seu namorado. Com ele, Letícia segue com outro projeto, o Infusion.

“Nossas apresentações são lúdicas e misturam música, performance, poesia e artes plásticas. É divertido estar no palco, dividir isso com amigos e fazer esse convite ao público para experimentar e tentar coisas diferentes”, conta Letícia ao G1. O Coletivo El Camino se apresenta na Casa de Cultura Laura Alvim, no Rio, neste domingo (21).

Letícia Spiller — Foto: Cris Couto/Divulgação

“O grupo nasceu da vontade de fazer algo autêntico, que tivesse a nossa cara, as nossas poesias que transformamos em músicas misturadas com a pintura e a multimídia. Experimentar misturas de ritmos e arranjos para músicas mais conhecidas, mas do nosso jeito. Somos os mais novos amigos de infância um do outro”.

Já o Infusion tem mais a ver com latinidade e conta com canções autorais de Pablo. Apesar da dobradinha musical, o encontro deles não se restringe ao som. O casal também já trabalhou na peça “Doroteia”.

“Essa parceria é muito gostosa. Somos parceiros no trabalho e na vida. Cresço muito artisticamente com ele”, diz Letícia sobre o namorado uruguaio.

Letícia canta e dança nos dois projetos. E ela, claro, vê uma influência desta fase musical em sua carreira como atriz.

“Elas estão interligadas. Quanto mais invisto em outros campos da arte, percebo como isso enriquece meu trabalho como atriz, diretora, cantora. Justamente por estar tudo junto, acho que essa visão mais completa faz diferença e ajuda o artista a crescer”.

Mas por enquanto, na TV, não deve usar os dotes musicais. “Até agora, não tem nada nesse sentido. Mas novela é uma obra aberta e tenho certeza de que o Aguinaldo Silva está reservando o melhor para Marilda”.

Marilda, Letícia e uma mesma pergunta

Letícia Spiller — Foto: Reprodução/Instagram

Marilda até que tem um pouquinho de Letícia. A atriz de 45 anos costuma ouvir perguntas do tipo: “Você tem certeza que tem essa idade mesmo?”.

Sua personagem em “O Sétimo Guardião” vai passar por situações parecidas. O segredo da eterna juventude de Marilda é a tal fonte com propriedades curativas e rejuvenescedoras, uma quase protagonista da novela.

Mas qual é a “fonte rejuvenescedora” de Letícia?

“É uma combinação de fatores, acho. Usar filtro solar é importante, visitar sempre o dermatologista, beber água e buscar alimentação balanceada… Faz diferença se exercitar, buscar um equilíbrio nessa rotina tão corrida que a gente vive”.

“Eu gosto de me sentir bem. Não sou obcecada pela beleza como Marilda. Gosto de me cuidar. Envelhecer é um processo natural. O que faço é buscar passar por isso da melhor forma possível para mim”.

“Nada que é uma obsessão é legal. Porque aí a gente já perde um limite. As pessoas precisam se ouvir e, se decidirem fazer qualquer tratamento, procurar profissionais qualificados”.

A obsessão de Marilda pela juventude será por medo de perder o marido, Eurico Rocha (Dan Stulbach), o prefeito da cidade da trama, Serro Azul.

Mas a personagem também terá um lado cômico: “A água da fonte não só a deixa jovem como mexe com ela psicologicamente também. Marilda vai protagonizar momentos muito divertidos”. G1

Letícia Spiller com o projeto Infusion — Foto: Divulgação

Manifestações a favor da candidatura de Bolsonaro ocorrem em várias cidades do país


Manifestação a favor da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) em Copacabana neste domingo (21) — Foto: Edmilson/TV Globo

Manifestações a favor candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foram registradas em diversas cidades do país neste domingo (21).

No Rio, o ato acontece em Copacabana. Em Salvador, a manifestação partiu do Farol da Barra. Belém, Recife, Maceió, Jundiaí (SP), Araçatuba (SP) e São José do Rio Preto (SP) também tiveram protestos.

Já em Belo Horizonte, ato convocado pelo movimento Vem Pra Rua é contra o PT e teve concentração na Praça da Liberdade. Os manifestantes foram em direção à Savassi.

Em Manaus, o ato está previsto para começar às 16h30 (horário de Brasília).

David Salomão denuncia grave crime eleitoral para beneficiar Haddad na Bahia


Um grupo foi detido na tarde dessa quarta-feira, 17, na cidade de Poções, tentando sacar um cheque na agência do Banco do Brasil local, na quantia de R$ 68 milhões.
Os suspeitos informaram que o dinheiro seria transferido para diversas contas para ser  utilizado em campanha política, bem como teria mais pessoas envolvidas naquela ação e que poderiam ser indicadas pelos abordados.
De acordo com uma nota divulgada pela 10ª Coorpin, o cheque é de um órgão federal, nominal à Luiz Paulo Nascimento. Uma lista com nomes de empresas também foi apreendida.

Foto: Divulgação

Em discurso inflamado na manhã de hoje(19) na Câmara de vereadores de Vitória da Conquista, David Salomão solicita que a Polícia Federal entre no caso, pois se trata de crime eleitoral e de interesse nacional. O vereador também alerta as autoridades para possível fraude nas urnas eletrônicas no estado da Bahia. Conquista Alerta.

Avante apoia Haddad após Rui desmentir fake news para Isidório: ‘Pensei que era viado’


Foto: Divulgação

Deputado federal eleito com a votação mais expressiva da Bahia, o pastor sargento Isidório (Avante) foi mais uma vítima de notícias falsas nas eleições deste ano. Convencido por meio de imagens com informações falsas e correntes de Whatsapp que Fernando Haddad (PT), candidato do PT à Presidência da República, era homossexual e tinha criado o “kit gay”, o aliado de Rui Costa (PT) votou em Cabo Daciolo (PATRI) no primeiro turno das eleições deste ano e enfrentava com resistência a ideia de apoiar o ex-prefeito de São Paulo no segundo.

A percepção de Isidório mudou após o governador reeleito reunir aliados no Palácio de Ondina, nesta semana, para pedir empenho em favor de Haddad no estado. Na ocasião, Rui explicou pontos do programa de Haddad que não tinham ficado claros por meio das peças falsas distribuídas no aplicativo de mensagens do pastor.

“Eu falei para Rui que não iria votar em viado, mas o governador me explicou que Haddad era casado e tinha filhos”, narrou Isidório, aliviado. “Era tudo fake news, não existiu kit gay nas escolas e não existe no programa do PT pontos como liberação de drogas e do aborto”, concluiu. Por meio de imagens falsas, o deputado também foi levado a crer que a candidata a vice-presidente na chapa petista, Manuela D’Ávila (PCdoB), tinha tatuagens do militante Che Guevara.

Uma pesquisa recente realizada pela Agência Lupa revelou que apenas 8% de imagens em grupos de WhatsApp trazem informações verdadeiras sobre as as eleições deste ano. As imagens falsas analisadas pelo estudo iam de fotos em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmaram que planejavam assaltar bancos juntos até um registro que mostrava Dilma Rousseff como aluna de Fidel Castro, dirigente cubano.

“Eu estava contaminado, mas soube pedir desculpas pela minha precipitação [baseada em notícias falsas]”, contou Isidório. “Mentira tem perna curta e espero que o povo consiga se levantar e pare de ser enganado até as eleições”, completou o pastor.

Nesta quinta-feira (18), a campanha de Jair Bolsonaro foi acusada de receber doações empresariais ilegais  para contratar serviços de distribuição de informações contra o PT no aplicativo de mensagens.

Convencido do caráter familiar e religioso de Haddad, Isidório começou a mobilizar sua base, que lhe rendeu a maior votação para deputado federal, em prol da campanha petista. “Fiz uma reunião com 400 pessoas para pedir votos para o candidato”, falou. O filho do pastor, João Isidório (Avante), também foi consagrado deputado estadual com a maior votação do estado.

Com câncer, cantor famoso clama a Deus por cura


Foto: Divulgação

Uma das doenças mais temidas pela humanidade tem acometido vários artistas aqui no Brasil desde o ano passado. O cantor Beto Barbosa, tem enfrentado uma dura batalha contra a doença que também tem atacado vários artistas gospel.

Beto Barbosa surpreendeu a todos ao anunciar em agosto que estava enfrentando um câncer na bexiga e na próstata. O cantor declarou recentemente que se sente confiante na cura por Deus, e afirmou que embora esteja muito cansado, metade de seu corpo é feito de fé e esperança em Deus.

Nas redes sociais ele escreveu: “Ainda faltam mais 3 sessões de quimioterapia, que começa às 13h e vai até as 22h, no Hospital Albert Einstein em São Paulo (SP): “Comecei a químio as 13:00 horas do dia 15/10/2018 e devo terminar as 22:30. Metade do corpo é de Fé e Esperança, e a outra metade é de cansaço…com a certeza da cura no final🙏 Faltando agora 3 Químios 🙌 Deus sempre 🙌🙏 #betobarbosa”,

Foto: Divulgação

Também em Agosto, a cantora gospel Deise Cipriano, passou mal durante um show e, após exames, foi hospitalizada. A cantora chegou a fazer apresentações ao lado do grupo sentada após ficar debilitada por problemas de saúde. No mês seguinte (setembro), depois da primeira sessão de quimioterapia, sua imunidade baixou, obrigando a cantora a volta para UTI, onde passou 19 dias em coma induzido.

A assessoria divulgou uma nota comunicando que a cantora teve melhoras. Deise está acordada, consciente e respira sozinha. “Com a ajuda de toda a equipe e da família, ela aos poucos vem tomando conhecimento de todo o processo do coma induzido que durou 19 dias. A família está em festa.”

Haddad quer censurar WhatsApp e pede cassação de Bolsonaro


Fernando Haddad

O jornal Folha de São Paulo publicou matéria de capa hoje com denúncias de uma suposta “rede” especializada em espalhar “fake news” contra o Partido dos Trabalhadores, com o objetivo de prejudicar a campanha de Fernando Haddad. Entretanto, não foram divulgados, até agora, nenhum documento ou provas.

A matéria vem na esteira de uma reportagem publicada no The New York Times assinada por três autores, entre eles Pablo Ortellado, colunista da Folha, onde é feito um apelo para a empresa responsável pelo programa de mensagens Whatsapp – a mesma do Facebook – tome medidas como restrição de encaminhamentos para 5 pessoas ao invés de 20, restrição de transmissões para um número menor que os 256 contatos atuais para listas de transmissão e limitar o tamanho de novos grupos.

Essas mesmas sugestões estão sendo feitas agora pela Agência Lupa, (ligada ao Grupo Folha) uma das “checadoras” de conteúdo que trabalha junto ao Facebook para desmentir notícias falsas.

O assunto virou tema de reportagens dos principais órgãos de imprensa do país. Todos citam a reportagem da Folha de São Paulo, segundo a qual empresários estariam gastando dezenas de milhões de reais para “serviços de disparos de mensagens no WhatsApp”.

Contudo, Luciano Hang, dono da Rede Havan, citado pelo jornal como um desses empresários, veio a público negar qualquer envolvimento e afirma que irá processar a Folha por calúnia e difamação.

Anulação da eleição

Pelas redes sociais, tanto Fernando Haddad quanto Manuela D’Ávila (PCdoB) estão anunciando que por “caixa 2” e “propaganda ilegal”, pedindo que sua candidatura seja cassada e o segundo turno realizado entre a chapa do PT e a de Ciro Gomes (PDT). Eles citam como principal argumento o material veiculado pela Folha de São Paulo.

O candidato petista afirmou que “há indícios de outros ‘milhões de reais’ em contratos ainda não identificados” e que Bolsonaro teria pedido isso aos empresários pessoalmente. Para Haddad, houve crimes de organização criminosa, caixa dois, calúnia, difamação e lavagem de dinheiro.

Por sua vez, o PDT disse que “o problema das fake news é muito grave” e que essa compra do envio em massa de mensagens contra o PT configuraria “crime de abuso do poder econômico”. Por isso, pedirá a nulidade das eleições de 2018.

Em junho, o ministro Luiz Fux, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, havia dito que, conforme o artigo 222 do Código Eleitoral, a justiça pode anular uma eleição se resultado for influenciado por ‘fake news’ em massa.

O outro lado

Jair Bolsonaro (PSL), usou o Twitter para responder às acusações contra ele que até aqui não se mostraram consistentes. Os jornalistas da Folha não apresentaram qualquer tipo de comprovação, como os contratos citados, algo que podia ser esperado em uma reportagem investigativa..

“Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!”, escreveu o pesselista.

Em outra mensagem acrescentou: o “PT não está sendo prejudicado por ‘fake news’, mas pela VERDADE. Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”. G. Prime.

Haddad tenta atrair evangélicos abrindo mão de aborto e legalização das drogas


Foto: Divulgação

Assim como fez Dilma Rousseff na campanha de 2010, Fernando Haddad, candidato do PT este ano, está disposto a abrir mão de propostas de governo para tentar atrair o voto dos evangélicos.

Segundo o jornal O Globo, o ex-prefeito de São Paulo irá apresentar nesta quarta-feira (17) uma “carta de compromissos” durante uma reunião com pastores. Ele assumirá o compromisso de não enviar ao Congresso nenhum projeto para legalização do aborto. Embora pessoalmente diga ser contra, sua vice Manuela D’Ávila (PCdoB) é uma ardente defensora da pauta, o que gera desconfiança de parte dos eleitores.

Também abrirá mão de propor a legalização das drogas, pauta também defendida por Manuela. Em entrevista recente, a vice disse que pretende continuar defendendo as legalizações do aborto e das drogas e que não deixará de lado esses temas.

A situação lembra o que ocorreu com Dilma, que teve apoio de diversos pastores durante a campanha, mas acabou rompendo com eles quando não manteve a promessa e tentou, por outras vias, descriminalizar a interrupção da gravidez.

Mudança de estratégia
A aceitação de Haddad entre os evangélicos é muito mais baixa que a de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo o Ibope, o capitão reformado tem cerca de 74% dos votos nesse segmento.

Nos últimos dias, a campanha de Haddad tem pedido a exclusão de matérias que o liguem ao “kit gay”, proposta do Ministério da Educação em 2011. O material foi elaborado, mas não chegou às escolas porque foi vetado pela Presidência após forte pressão da bancada evangélica.

Bolsonaro vinha lembrando nas rede sociais que Haddad era o titular da pasta. Agora, o ministro Carlos Horbach, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou a suspensão de links de sites e redes sociais que usem a expressão “kit gay”. O nome oficial do material, composto de vídeos e cartilha, era “Escola sem homofobia”. Sua produção custou 1,8 milhão de reais aos cofres públicos.

Desde o dia 12 de outubro, quando chamou Edir Macedo de “fundamentalista charlatão”, a imagem do candidato petista piorou junto aos evangélicos. A IURD reagiu, acusando o substituto de Lula na corrida presidencial de tentar provocar uma “guerra religiosa” entre católicos e evangélicos.

Ao longo do primeiro turno, uma grande quantidade de pastores importantes declararam apoio ao presidenciável do PSL. Após as declarações de Haddad contra Macedo, 147 representantes de denominações de todo o país assinando uma carta de repúdio.

Mesmo sem vencer, participante do Festival W. Music ganha gravação de CD


Joalbo Miller assinando contrato com o maestro Wellington. (Foto: Divulgação)

Joalbo Miller, 28 anos, natural de Aracaju (SE), começou a cantar na igreja em sua infância e compõe desde a adolescência.

“Sempre tive o sonho de tirar meu trabalho do papel e através do Festival W. Music isso se tornou possível”, conta.

Ele soube do festival através de uma postagem nas redes sociais. “Uma amiga me marcou para eu participar, busquei mais informações sobre o concurso e fui”, lembra.

Realização

“Fiz a audição, passei para a grande final, mas fiquei em segundo lugar. Não ganhei o festival”, disse.

Segundo o cantor, “cheguei a pensar que meus sonhos não sairiam mais uma vez do papel. Mas o maestro Wellington me ligou e disse que eu iria gravar as minhas músicas, sem pagar nada”, revela.

“Foi quando se deu início à trajetória que estou vivendo hoje. Meu CD ficou pronto e, através dessa gravação, veio a proposta de ser contratado pela W. Music”, comemorou.

Joalbo Miller. (Foto: Divulgação)

O título do CD é Inexplicável. “E não poderia ser diferente: ‘inexplicável’, porque o que Deus tem feito na minha vida através do maestro se define nessa palavra”, conta.

O álbum de Joalbo Miller tem oito músicas de sua própria autoria. “E todas são com playbacks”, complementa.

Festival W. Music

Em 2018, com mais de 50 vencedores, o Festival W. Music apresentou os grandes talentos descobertos em 26 estados do Brasil. As premiações são feitas por região, o que faz aumentar as oportunidades de participação e, por esse motivo, é grande o número daqueles que realizam esse sonho.

Com a criação do Festival em 2003, o maestro Wellington Corrêa, capta novos talentos ministeriais dentro do público evangélico brasileiro. Nas igrejas a aceitação é notória. Gospel Prime.